domingo, 18 de março de 2012

NOVO OLHAR PARA O PLANETA

O mundo tem exigido que cada vez mais façamos a nossa parte sob o conceito da sustentabilidade.
Durante séculos o esquecimento em relação às questões ambientais foi impressionante, não sabíamos ou não quisemos saber das conseqüências que teríamos ao massacrar a natureza como fizemos.
Desperdício de água, destruição das florestas e matança dos animais, fomos cruéis!
Mas, estamos despertando para o bem de toda a humanidade.
Hoje se fala muito em sustentabilidade, do politicamente correto, apesar de que muitas pessoas trabalham com esse conceito já há algum tempo sem se preocuparem com modismo.
E este assunto deve ser sempre discutido nos circulos de relacionamentos sociais, pois a participação e responsabilidade é de todos nós, portanto, onde estivermos, nos pontos de ônibus, de táxi, nos parques, nas ruas, devemos sim nos preocupar com que fazemos. 

Enfim, todos os temas voltados à cidadania, direitos e deveres, deveriam fazer parte do nosso repertótio de preocupações do cotidiano.
Fixemos em nossa memória que não devemos jogar papeis nas ruas, lixos nos mares, rios e córregos, que devemos economizar água, cuidar da natureza, dos animais, nos convencer sobre o perigo das sacolas plásticas para o meio ambiente e para os animais marinhos, ler mais para saber o que é aquecimento global, aprender sobre a importância do maior reservatório subterrâneo do mundo o Aqüífero Guarani.
É uma nova maneira de se entender o mundo com suas limitações, as fontes da natureza podem se esgotar se não tomarmos decisões rápidas.
Assim, fazendo a nossa parte: reciclando, transformando e recriando, evitando desperdícios, materiais que seriam jogados no lixo, podem ser transformados em lindas peças decorativas e funcionais, atravéz do artesanato de baixo custo.
Trabalhando com este novo olhar, divulgando e propagando esta nova consciência de cidadão preocupado com o Planeta onde vive, estaremos também fazendo a parte que nos cabe neste Universo.

Literalmente o Planeta está em nossas mãos!
( Texto de Rose Cruz para a revista GestAção, adaptado para o blog Aprendendo à Aprender)

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Crianças e jovens


Vamos prestar mais atenção nas crianças e jovens, principalmente os que são orfãos. 
Se soubessemos o quanto é triste ser só e abandonado, sobretudo na infância e na juventude. A falta do alimento do corpo e da alma nesta idade, faz com que se tornem pessoas amargas.
Deus permite que haja este estado de dor,  dando-nos a oportunidade de servir de pais e protetores, mas também, ensina estes seres vindos de outras existências, atravéz do sofrimento, já que tiveram pais amorosos um dia e não lhes deram o devido valor.
A nós seres operosos no bem, cabe amparar aos seres abandonados, evitando que sofram fome e frio, dirigindo-lhes a alma, a fim de que não deslizem para o vício!  Doemos os bens materiais delicadamente, em forma de amor, juntando ao benefício que fizermos o mais precioso de todos os benefícios: uma boa palavra, uma carícia, um sorriso amistoso. Todo sofredor é nosso irmão e merece ser atendido com amor.

sábado, 28 de janeiro de 2012

PERANTE OS ANIMAIS


Abster-se de perseguir e aprisionar, maltratar ou sacrificar animais domésticos ou selvagens, aves e peixes, a título de recreação em competições obstinadas e sanguinolentas. Há divertimentos que são verdadeiros delitos sob disfarce. 

No contacto com os animais a que devote estima, governar os impulsos de proteção e carinho, a fim de não cair em excessos obcecantes, a pretexto de amá-los. Toda paixão cega a alma. Esquivar-se de qualquer tirania sobre a vida animal, não agindo com exigências descabidas para a satisfação de caprichos alimentares nem com requintes condenáveis em pesquisas laboratoriais, restringindo-se tão-somente às necessidades naturais da vida e aos impositivos justos do bem. O uso edifica, o abuso destrói. Opor-se ao trabalho excessivo dos animais, sem lhes administrar mais ampla assistência. 
A gratidão também expressa justiça. No socorro aos animais doentes, usar os recursos terapêuticos possíveis.   
Apoiar, quanto possível, os movimentos e as organizações de proteção aos animais
através de atos de generosidade cristã e humana compreensão. 

Os seres da retaguarda evolutiva alinham-se conosco em posição de necessidade perante a lei. 

(trecho do livro Conduta Espírita)
 “Todas as vossas coisas sejam feitas com caridade.” * Paulo. (I CORÍNTIOS, 16:14.)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A REALIDADE DOS SONHOS


O sono liberta, em parte, a alma do corpo. Quando dormimos, estamos momentaneamente no estado em que o homem se encontra após a morte.
Os Espíritos que logo se desligam da matéria, quando desencarnam, têm um sono consciente.
Durante o sono, reúnem-se à sociedade de outros seres superiores e com eles viajam, conversam e se instruem; trabalham até mesmo em obras que depois encontram prontas, quando, pelo desencarne, retornam ao mundo espiritual.
Isso deve nos ensinar uma vez mais a não temer a morte, uma vez que praticamente morremos todos os dias.
Isso para os Espíritos elevados; mas para o grande número de homens que, ao desencarnar, devem permanecer longas horas nessa perturbação, nessa incerteza da qual já vos falaram, esses vão, enquanto dormem, a mundos inferiores à Terra, onde antigas afeições os evocam, ou vão procurar prazeres talvez ainda mais baixos que os que têm aí; vão se envolver com doutrinas ainda mais desprezíveis, ordinárias e nocivas que as que professam em vosso meio.
O que gera a simpatia na Terra não é outra coisa senão o fato de os homens, ao despertar, se sentirem ligados pelo coração àqueles com quem acabaram de passar de oito a nove horas de prazer.
Isso também explica as antipatias invencíveis que sentimos intimamente, porque sabemos que essas pessoas com quem antipatizamos têm uma consciência diferente da nossa e as conhecemos sem nunca tê-las visto com os olhos.
Explica ainda a nossa indiferença, pois não desejamos fazer novos amigos quando sabemos que há outras pessoas que nos amam e nos querem bem. Em uma palavra, o sono influi mais na vossa vida do que pensais.
Durante o sono, os Espíritos encarnados estão sempre se relacionando com o mundo dos Espíritos e é isso que faz com os Espíritos Superiores consintam, sem muita repulsa, em encarnar entre vós.
Deus quis que em contato com o vício eles pudessem se renovar na fonte do bem, para não mais falharem, eles, que vêm instruir os outros.
O sono é a porta que Deus nos abriu para entrarmos em contato com nossos amigos já desencarnados; é o recreio após o trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a libertação final que deve devolvêr-nos a nosso verdadeiro meio.
O sonho é a lembrança do que o Espírito viu durante o sono; mas notemos que nem sempre sonhamos, porque nem sempre nos lembramos do que vimos.
É que a alma não está em pleno desdobramento. Muitas vezes, apenas fica a lembrança da perturbação que acompanha a partida ou a volta, à qual se acrescenta a do que fizemos ou do quenos preocupa no estado de vigília; sem isso, como explicarmos esses sonhos absurdos que temos tanto os mais sábios quanto os mais simples? Os maus Espíritos se servem também dos sonhos para atormentar as almas fracas e medrosas.
Portanto, os sonhos são o produto da emancipação da alma, que se torna mais independente pela suspensão da vida ativa e de convivência.
Daí uma espécie de clarividência indefinida, que se estende aos lugares mais afastados ou jamais vistos e algumas vezes até a outros mundos; daí ainda a lembrança que traz à memória acontecimentos realizados na existência atual ou em existências anteriores; a estranheza das imagens do que se passa ou do que se passou em mundos desconhecidos, misturadas com coisas do mundo atual, formam esses conjuntos estranhos e confusos que parecem não ter sentido nem ligação entre si.
A incoerência dos sonhos se explica ainda por lacunas que a lembrança incompleta do que nos apareceu em sonho produz.
Isso seria como numa narração a qual se tenham truncado frases ao acaso, ou parte de frases; os fragmentos restantes reunidos perderiam toda a significação. 
(Trecho de: O Livro dos Espíritos)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A CULTURA DE "VIDA" PROÍBE FALAR DE "MORTE"


Ouvimos diariamente, mensagens sobre a necessidade de refletir perante os atos corriqueiros da vida, para ter uma certa paz na vida futura, mas em verdade, essa reflexão verdadeiramente quase nunca acontece, porque queremos pensar sempre em viver agora.

Entretanto, tudo muda diante da partida para o mundo espiritual de alguém próximo, seja um familiar ou um amigo que conhecemos durante toda a nossa existência.

Mesmo não querendo pensar no assunto è muito difícil não refletir; nós analisamos cada gesto, cada atitude que tomamos em relação àquela pessoa ou mesmo os diálogos que mantivemos antes que ela morresse.

Na realidade agimos assim, porque é essa condição que nos colocamos diante da “morte”, sempre “pós”quando o certo seria, fazer esta reflexão sempre  “antes” do acontecimento.

Mas, esbarramos em um ponto terrível de nossa vida, falar sobre a morte ou admitir que nosso ente querido possa morrer, porque na maioria das vezes esse assunto é proibido dentro dos circulos familiares, independente de nossas convicções religiosas.

Pode não parecer, mas o medo de falar e de aceitar o fato de que poderemos morrer de um momento para o outro, não tem nada ver com religião, é sim uma questão de cultura.

É isso mesmo, nós aprendemos desde pequenos que não se pode falar em “morte” porque poderemos magoar alguém que está ou que tem um parente doente, ou porque pode trazer “maus presságios” , ou estaremos “agorando” alguém ou ainda porque é feio, enfim falar de “aceitação da morte” é ser de modo geral“pessimista”.

Então, eu fico pensando... se o nosso caminho é esse "voltar de onde viemos" só posso concluir que, a nossa cultura aqui na Terra é que está errada, porque se não podemos falar praticamente nunca sobre a morte com os nossos filhos, pais, avós e amigos, então quando nos deparamos com ela, temos a visão de algo arrasador que veio para destruir, quando na verdade ela é natural e necessária para que haja a renovação da humanidade a qual pertencemos.

Acho que, independente da religião que praticamos precisamos mudar esta “cultura avessa”, porque a única certeza que temos do futuro é que iremos morrer, partir ou desencarnar, que cada um use o verbo que achar melhor, mas que tomem a atitude de falar mais no assunto"morte" dentro dos lares como disciplina didática; talvez os mais velhos continuem não aceitando o assunto, mas as nossas crianças cresceram cientes de que isso é algo natural.

Vamos sim falar mais da morte, não desejando-a como castigo para alguém, mas fazendo-a existir em nosso universo de possibilidades durante a vida, porque talvez assim, teremos a oportunidade de sofrer apenas de saúdade quando alguém querido se for e não de desespero ou de revolta achando que DEUS foi injusto nos tirando alguém que amamos.

domingo, 23 de outubro de 2011

Quem gera Quem?




Hoje, eu gostaria de expor o meu “ponto de vista” sobre um assunto muito delicado, ( a utilização de óvulos e espermas de doadores anônimos em casais que não podem gerar seus próprios filhos) e farei esta abordagem apenas como observadora dos acontecimentos e de seus efeitos, pois nem tenho capacitação para expressar-me de uma outra forma, e o objetivo é somente sugerir aos leitores do blog, para que façam uma reflexão.
Tenho certeza que cada pessoa chegará a uma conclusão pessoal satisfatória.
Uma emissora de TV , colocou no ar duas novelas que sugerem em seu contexto a prática da “inseminação artificial com material genético colhido de doadores anônimos”, que no primeiro momento seria a solução para todos os casais inférteis do planeta, pelo menos para aqueles que podem pagar pelo procedimento.
Mas o que me chamou a atenção, foi o fato destes doadores serem “anônimos”, isto significa que algumas pessoas poderão fazer uso dos materias de um mesmo doador.
Em minhas reflexões cheguei a conclusão que o assunto é preocupante, pois biológicamente falando os doadores anônimos é quem são os verdadeiros pais dos indivíduos resultantes desse processo.
Acontece que, estes pais biológicos também tem suas próprias famílias constituídas de filhos e filhas, e com a globalização ativa e as tecnologias cada vez mais acessíveis, as pessoas estão mais perto umas das outras.
Seguindo esta linha de raciocínio podemos aceitar a ideia de que estes “irmãos” desconhecendo suas origens, poderão se encontrar, namorar , casar e gerar filhos.
Não quero colocar o assunto sob o ponto vista moral, isso seria extremamente desesperador e inadmissível para qualquer segmento religioso.
Mas basta uma análise sob os olhos da Ciência, para entender que as consequências são muito significativas, pois todos sabem que, a união entre pessoas ou o acasalamento entre animais com parentesco sanguineo poderá gerar rebentos com deficiências congênitas, isto é, com doenças adquiridas desde a concepção.
Bem, na criação de animais, os criadores tomam bastante cuidado para evitar esta situação, mas e entre as pessoas; como gerênciar isto? Como eu já citei, a globalização e os produtos tecnológicos propciam os encontros, então a possíbilidade mesmo que remota, existe.
Acredito que seria de grande importância, que estes “casais candidatos” refletissem bastante antes de se submeterem a estes processos de inseminação, principalmente de doadores anônimos, pois o amor e a educação que é o produto que oferecemos aos filhos, podem ser distribuídos de muitas maneiras diferentes, e em contra-partida existe um número imenso de indivíduos abandonados e esquecidos pela sociedade neste Planeta.
A Ciência está descobrindo várias formas de superar as deficiências reprodutivas dos Seres, mas também é preciso observar até que ponto estas conquistas poderão ser implantadas em nossas vidas, sem que venha ferir a conduta moral dos maiores envolvidos, que são as pessoas geradas neste processo.
Para ajudar nesse controle de atitudes, é importante lembrar o que disse o Apóstolo Paulo em (1Cor, 6-12).:
“Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas não me deixarei escravizar...”


                    ou
 
"Everything is permissible for me"--but not everything is beneficial. "Everything is permissible for me"--but I will not be mastered by anything. 


                                      ( Cida Ferreira )

terça-feira, 11 de outubro de 2011

"PONTO DE VISTA" sobre : O Filme dos Espíritos

Fui assistir "O Filme dos Espíritos".
Gostei muito, pois o assunto foi tratado de uma forma sóbria, sem fanatismos, nem ufanismos...enfim...apenas sob o ponto de vista de uma realidade que todos um dia terão acesso, acho até que chega ser um pouco "intelectual".
Acredito que quem estiver com a mente aberta, conseguirá absorver o conteúdo.
Mas é preciso prestar atenção nos detalhes! O filme não fala sobre religião, apenas trata os fatos inexoráveis ligados a nós, como: nascer, conviver e morrer. Decididamente não é um filme feito especificamente para Espíritas, mas sim para todas as pessoas que carregam questionamentos sobre os tópicos acima, o publico de modo geral pode assistir apenas para usa-lo como estudo e reflexão perante suas convicções. Vale conferir!!!
                                                                                 (Cida Ferreira)