terça-feira, 10 de julho de 2012

AMIZADE É...


A amizade é o sentimento que imanta as almas umas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação. A amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade! 

O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana. O medo agride as almas e infelicita. A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações. Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma. Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam. Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.
Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa. Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa. Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor. A amizade é fácil de ser vitalizada. Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez ou indiferente ao elevo da sua fluidez. 

Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica. 
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união. A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.

Divaldo Pereira Franco.
Da obra: Momentos de Esperança.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
LEAL.
obs:  LI  ESSE TEXTO  EM  UM  BLOG QUE EU SIGO, ADOREI,  E POR ISSO RESOLVI PLUBLICÁ-LO  AQUI. 
PENSO QUE AS VERDADES PRECISAM SER DIVULGADAS POR TODOS OS CANTOS DA TERRA,  ASSIM, PEÇO LICENÇA AO BOLG Consciência da Alma PARA FAZER MINHAS TAMBÉM, ESSAS LINDAS PALAVRAS. 

sábado, 26 de maio de 2012

RECONHECIMENTO PÚBLICO



Precisamos refletir muito, sobre este fato.
Que tipo de reconhecimento desejamos?
Que peso terá em nossas atitudes diárias, a falta desse reconhecimento?
Quem, queremos que reconheça nossos feitos?
É tão importante assim, sermos reconhecidos por algo que desenvolvemos?
Onde fica a linha divisória entre, não ser reconhecido e ter o orgulho ferido?
Será que, ser reconhecido publicamente é mais importante que lutar por aquilo em que se acredita?
Ou será que, o grande ideal é ser reconhecido publicamente?
Perguntas soltas no ar, mas, se refletidas ponderadamente podem nos ajudar a entender qual a nossa real busca diária.
No mundo capitalista esse reconhecimento pode representar o progresso profissional de um indivíduo, muito louvável se for este o caso, mas em assuntos espirituais o reconhecimento pode gerar muitas discenções.
EX: Se educamos bem um filho, é mais importante vê-lo realizado por conta desta boa educação, portanto, não será necessário que ele fique dizendo que nos é grato por isso.
Se ficarmos cobrando isso dele, instalar-se-á uma desunião amarga que o afastará de nós criando uma infelicidade geral.
O mesmo acontece quando realizamos uma tarefa importante para a humanidade, o reconhecimento que nos deveria interessar é a contemplação de um povo em vias de regeneração através de nossa tarefa bem realizada.
Entretanto, infelizmente muitas vezes o que nos interessa é o reconhecimento público do que fizemos, os aplausos. E q
uando esse reconhecimento público chega, via de regra, não estamos preparados para as consequências que ele desencadeia. A pior delas é que, poderá trazer consigo uma “pá”.

Com esta “pá” que recebemos do reconhecimento público, desencavamos sentimentos adormecidos como: inveja, pois alguém será mais citado que nós, revolta, pois acharemos que faltou impolgação ao citar nosso nome, angustia, pois o reconhecimento demorou muito a vir, raiva, pois alguém que nada fez pode ter pêgo “carona” neste reconhecimento, ódios , pois sempre,  alguém achará que nós não merecemos tanto assim, etc, etc...
Enfim, sermos reconhecido por algo que “fizemos bem” pode ser considerado como uma faca de dois cortes afiadissímos, conclui-se então, sofreremos de qualquer forma.
Quase sempre, o anonimato é uma proteção infalível, pois nos proteje da "exumação" desses tais sentimentos, entretanto, para que esta proteção funcione, precisamos saber o quê nos move.
Queremos fazer ou queremos aparecer?

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Satisfações aos Leitores

Queridos leitores,
Peço perdão por não ter postado nenhum texto recentemente,  estou trabalhando além do tempo que possuo.
No próximo mês vou me corrigir e voltarei a postar regularmente.
Abraços a todos

domingo, 18 de março de 2012

NOVO OLHAR PARA O PLANETA

O mundo tem exigido que cada vez mais façamos a nossa parte sob o conceito da sustentabilidade.
Durante séculos o esquecimento em relação às questões ambientais foi impressionante, não sabíamos ou não quisemos saber das conseqüências que teríamos ao massacrar a natureza como fizemos.
Desperdício de água, destruição das florestas e matança dos animais, fomos cruéis!
Mas, estamos despertando para o bem de toda a humanidade.
Hoje se fala muito em sustentabilidade, do politicamente correto, apesar de que muitas pessoas trabalham com esse conceito já há algum tempo sem se preocuparem com modismo.
E este assunto deve ser sempre discutido nos circulos de relacionamentos sociais, pois a participação e responsabilidade é de todos nós, portanto, onde estivermos, nos pontos de ônibus, de táxi, nos parques, nas ruas, devemos sim nos preocupar com que fazemos. 

Enfim, todos os temas voltados à cidadania, direitos e deveres, deveriam fazer parte do nosso repertótio de preocupações do cotidiano.
Fixemos em nossa memória que não devemos jogar papeis nas ruas, lixos nos mares, rios e córregos, que devemos economizar água, cuidar da natureza, dos animais, nos convencer sobre o perigo das sacolas plásticas para o meio ambiente e para os animais marinhos, ler mais para saber o que é aquecimento global, aprender sobre a importância do maior reservatório subterrâneo do mundo o Aqüífero Guarani.
É uma nova maneira de se entender o mundo com suas limitações, as fontes da natureza podem se esgotar se não tomarmos decisões rápidas.
Assim, fazendo a nossa parte: reciclando, transformando e recriando, evitando desperdícios, materiais que seriam jogados no lixo, podem ser transformados em lindas peças decorativas e funcionais, atravéz do artesanato de baixo custo.
Trabalhando com este novo olhar, divulgando e propagando esta nova consciência de cidadão preocupado com o Planeta onde vive, estaremos também fazendo a parte que nos cabe neste Universo.

Literalmente o Planeta está em nossas mãos!
( Texto de Rose Cruz para a revista GestAção, adaptado para o blog Aprendendo à Aprender)

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Crianças e jovens


Vamos prestar mais atenção nas crianças e jovens, principalmente os que são orfãos. 
Se soubessemos o quanto é triste ser só e abandonado, sobretudo na infância e na juventude. A falta do alimento do corpo e da alma nesta idade, faz com que se tornem pessoas amargas.
Deus permite que haja este estado de dor,  dando-nos a oportunidade de servir de pais e protetores, mas também, ensina estes seres vindos de outras existências, atravéz do sofrimento, já que tiveram pais amorosos um dia e não lhes deram o devido valor.
A nós seres operosos no bem, cabe amparar aos seres abandonados, evitando que sofram fome e frio, dirigindo-lhes a alma, a fim de que não deslizem para o vício!  Doemos os bens materiais delicadamente, em forma de amor, juntando ao benefício que fizermos o mais precioso de todos os benefícios: uma boa palavra, uma carícia, um sorriso amistoso. Todo sofredor é nosso irmão e merece ser atendido com amor.

sábado, 28 de janeiro de 2012

PERANTE OS ANIMAIS


Abster-se de perseguir e aprisionar, maltratar ou sacrificar animais domésticos ou selvagens, aves e peixes, a título de recreação em competições obstinadas e sanguinolentas. Há divertimentos que são verdadeiros delitos sob disfarce. 

No contacto com os animais a que devote estima, governar os impulsos de proteção e carinho, a fim de não cair em excessos obcecantes, a pretexto de amá-los. Toda paixão cega a alma. Esquivar-se de qualquer tirania sobre a vida animal, não agindo com exigências descabidas para a satisfação de caprichos alimentares nem com requintes condenáveis em pesquisas laboratoriais, restringindo-se tão-somente às necessidades naturais da vida e aos impositivos justos do bem. O uso edifica, o abuso destrói. Opor-se ao trabalho excessivo dos animais, sem lhes administrar mais ampla assistência. 
A gratidão também expressa justiça. No socorro aos animais doentes, usar os recursos terapêuticos possíveis.   
Apoiar, quanto possível, os movimentos e as organizações de proteção aos animais
através de atos de generosidade cristã e humana compreensão. 

Os seres da retaguarda evolutiva alinham-se conosco em posição de necessidade perante a lei. 

(trecho do livro Conduta Espírita)
 “Todas as vossas coisas sejam feitas com caridade.” * Paulo. (I CORÍNTIOS, 16:14.)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A REALIDADE DOS SONHOS


O sono liberta, em parte, a alma do corpo. Quando dormimos, estamos momentaneamente no estado em que o homem se encontra após a morte.
Os Espíritos que logo se desligam da matéria, quando desencarnam, têm um sono consciente.
Durante o sono, reúnem-se à sociedade de outros seres superiores e com eles viajam, conversam e se instruem; trabalham até mesmo em obras que depois encontram prontas, quando, pelo desencarne, retornam ao mundo espiritual.
Isso deve nos ensinar uma vez mais a não temer a morte, uma vez que praticamente morremos todos os dias.
Isso para os Espíritos elevados; mas para o grande número de homens que, ao desencarnar, devem permanecer longas horas nessa perturbação, nessa incerteza da qual já vos falaram, esses vão, enquanto dormem, a mundos inferiores à Terra, onde antigas afeições os evocam, ou vão procurar prazeres talvez ainda mais baixos que os que têm aí; vão se envolver com doutrinas ainda mais desprezíveis, ordinárias e nocivas que as que professam em vosso meio.
O que gera a simpatia na Terra não é outra coisa senão o fato de os homens, ao despertar, se sentirem ligados pelo coração àqueles com quem acabaram de passar de oito a nove horas de prazer.
Isso também explica as antipatias invencíveis que sentimos intimamente, porque sabemos que essas pessoas com quem antipatizamos têm uma consciência diferente da nossa e as conhecemos sem nunca tê-las visto com os olhos.
Explica ainda a nossa indiferença, pois não desejamos fazer novos amigos quando sabemos que há outras pessoas que nos amam e nos querem bem. Em uma palavra, o sono influi mais na vossa vida do que pensais.
Durante o sono, os Espíritos encarnados estão sempre se relacionando com o mundo dos Espíritos e é isso que faz com os Espíritos Superiores consintam, sem muita repulsa, em encarnar entre vós.
Deus quis que em contato com o vício eles pudessem se renovar na fonte do bem, para não mais falharem, eles, que vêm instruir os outros.
O sono é a porta que Deus nos abriu para entrarmos em contato com nossos amigos já desencarnados; é o recreio após o trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a libertação final que deve devolvêr-nos a nosso verdadeiro meio.
O sonho é a lembrança do que o Espírito viu durante o sono; mas notemos que nem sempre sonhamos, porque nem sempre nos lembramos do que vimos.
É que a alma não está em pleno desdobramento. Muitas vezes, apenas fica a lembrança da perturbação que acompanha a partida ou a volta, à qual se acrescenta a do que fizemos ou do quenos preocupa no estado de vigília; sem isso, como explicarmos esses sonhos absurdos que temos tanto os mais sábios quanto os mais simples? Os maus Espíritos se servem também dos sonhos para atormentar as almas fracas e medrosas.
Portanto, os sonhos são o produto da emancipação da alma, que se torna mais independente pela suspensão da vida ativa e de convivência.
Daí uma espécie de clarividência indefinida, que se estende aos lugares mais afastados ou jamais vistos e algumas vezes até a outros mundos; daí ainda a lembrança que traz à memória acontecimentos realizados na existência atual ou em existências anteriores; a estranheza das imagens do que se passa ou do que se passou em mundos desconhecidos, misturadas com coisas do mundo atual, formam esses conjuntos estranhos e confusos que parecem não ter sentido nem ligação entre si.
A incoerência dos sonhos se explica ainda por lacunas que a lembrança incompleta do que nos apareceu em sonho produz.
Isso seria como numa narração a qual se tenham truncado frases ao acaso, ou parte de frases; os fragmentos restantes reunidos perderiam toda a significação. 
(Trecho de: O Livro dos Espíritos)